Entrar


Entrar

Você esta aqui: Institucional  Unidades

Instagram

Galeria de Vídeos

HCB homenageia usinas parceiras

 

Desde agosto de 2012, o Hospital de Câncer de Barretos possui uma parceria com a COMERC energia, a maior gestora e comercializadora de energia elétrica do país. Intitulado "Energia do Bem", o projeto beneficia o Hospital de Câncer de Barretos por meio da redução dos gastos com energia elétrica. Além de reduzir os custos, esta iniciativa possibilita que a instituição receba energia de outras empresas e seis usinas já se tornaram solidárias com a causa: Usina Guarani, Usina São José da Estiva, Usina Ipiranga, Usina Pitangueiras, Usina Virálcool e Jalles Machado.

Por esse motivo, a instituição realizou hoje um evento para homenagear as empresas doadoras, pois sua colaboração corresponde a 35% da energia necessária ao hospital. Este volume tem potencial para aumentar expressivamente com a entrada de outras usinas na empreitada. “Cada megawatt-hora doado representa um custo médio de R$ 90,00 para uma usina e uma economia de R$ 210,00 para o Hospital”, esclarece o executivo da Comerc, Cristopher Vlavianos.

Anualmente, o hospital gasta mais de R$ 4 milhões com energia elétrica. No mercado livre, que permite a negociação de preço do insumo diretamente com as geradoras, o custo da energia tradicionalmente cai aproximadamente 20% em relação ao mercado regulado e, no Projeto Energia do Bem, a economia chega a mais de 30%. Isso é possível por conta das doações de energia realizadas por usinas parceiras do projeto no interior de São Paulo.

 “O projeto Energia do Bem é mais um exemplo que a solidariedade pode surgir de qualquer lugar, desde que haja criatividade, força de vontade e o compromisso com o próximo”, afirma o Diretor do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata.  “Outro fator importante do projeto é o consumo de energia exclusivamente de fontes limpas, como biomassa e eólica, alinhado com a responsabilidade ambiental do Hospital de Câncer de Barretos”, explica Vlavianos. 

A migração para o mercado livre irá gerar uma economia anual de R$ 2,6 milhões, reduzindo o custo anual da instituição para cerca de R$ 1.572.000,00. De acordo com Prata, “a economia gerada pelo projeto certamente proporcionará maior investimento na qualidade de todos os serviços do hospital, colaborando com a manutenção de nosso padrão de excelência”.