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'Dia Mundial da Terapia Ocupacional': conheça o trabalho do T.O. no HCB

 

“Ser terapeuta ocupacional é acreditar que todas as pessoas são capazes, independente de sua condição. É olhar o ser humano como alguém que se constrói e se transforma pela sua ação significativa, consciente, em um contexto social, histórico e cultural. Ser terapeuta ocupacional é estudar profundamente a ação humana nos diversos momentos da vida e desenvolver estratégias para que cada pessoa possa tomar posse do seu fazer, a partir de seus desejos, expectativas e necessidades. ” (Celina Bartallotti – terapeuta ocupacional e doutora em Psicologia da Educação).

Neste dia 27 de outubro, data em que celebramos o ‘Dia Mundial da Terapia Ocupacional’ e, reconhecendo a importância desta atuação junto aos pacientes oncológicos, o Hospital de Câncer de Barretos presta sua homenagem e apresenta o trabalho desses profissionais dentro da instituição.

Contando com 5 colaboradores e 4 residentes de programas multidisciplinares, o departamento de Terapia Ocupacional (T.O.) do HCB presta assistência nos setores de Pediatria, Transplante de Medula Óssea (TMO), Reabilitação, UTI e Cuidados Paliativos, realizando mais de 800 atendimentos por mês. “Nesses atendimentos, há uma gama de atividades que são propostas, desde atividades habituais do dia a dia, exercícios motores, pintura, crochê, jogos e brincadeiras, programadas e preparadas para oferecer o melhor aos pacientes”, afirmou a coordenadora do departamento de Terapia Ocupacional do Hospital de Amor, Maria Lucia Lourenço.

Segundo dados do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), de 2012, a atuação do T.O. dentro do Hospital visa a proteção, promoção, prevenção, recuperação, reabilitação e cuidados paliativos, do indivíduo e da coletividade, pautado na concepção de integralidade e humanização da atenção à saúde, execução e utilização de métodos, técnicas e recursos pertinentes e adequados aos contextos hospitalares. Em outras palavras: é um profissional dotado de sensibilidade, que lança mão de técnicas e viabiliza possibilidades frente aos pacientes e familiares acometidos pelo tratamento oncológico.

“O Terapeuta Ocupacional está sempre focado na funcionalidade do indivíduo e a diferenciação do trabalho realizado pelo profissional dá-se de acordo com a necessidade do paciente e/ou especialidade em que o profissional atua nos contextos hospitalares, sociais, na saúde da família, saúde mental, gerontologia e acupuntura”, explicou Maria Lúcia.

Quando procurar um terapeuta ocupacional?
Os pacientes e/ou familiares devem procurar por um T.O. a partir do momento em que apresentarem algum tipo de comprometimento, temporário ou permanente, que acarrete em dificuldades ou impedimentos em se realizar qualquer atividade que se deseja fazer dentro dos seus papéis sociais, facilmente praticada antes da doença.

As rotinas são predefinidas de acordo com os tratamentos que são realizados. Desta forma, o profissional dispõe-se dentro da equipe em busca de maior autonomia e funcionalidade do paciente atendido, tanto nas enfermarias (leitos) quanto nos ambulatórios.

A evolução no tratamento, especialmente os oncológicos, podem ser visíveis ou sentidas.

Como citou Ana Carolina Carreira de Mello – terapeuta ocupacional formada pela USP e especialista em Processos Educacionais na Saúde – “Terapia Ocupacional brinca, aprende, ensina e fica ao lado. Apoia, exercita e descobre o que é possível no ‘apesar de’. Silencia e compartilha aquilo que dói, transforma o encontro na razão para o fazer. Estimula, favorece, descobre, compartilha e cria. Terapeuta Ocupacional movimenta a vida”.