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Produção Científica

Periódicos Indexados

 

Viana, Luciano de Souza ; AFFONSO, RENATO JOSÉ ; SILVA, SANDRA REGINA MORINI ; DENADAI, MARCOS VINICIUS ARAUJO ; MATOS, DELCIO ; SALINAS DE SOUZA, CAROLINA ; WAISBERG, JAQUES . Relationship between the Expression of the Extracellular Matrix Genes SPARC, SPP1, FN1, ITGA5 and ITGAV and Clinicopathological Parameters of Tumor Progression and Colorectal Cancer Dissemination. Oncology (Basel), v. 84, p. 81-91, 2013.

 

PAIVA, C. E. ; Serrano, S. V. ; PAIVA, B. S. R. ; SCAPULATEMPO NETO, C. ; SOARES, F. A. ; MARQUES, M. E. A. . Absence of TGF-betaRII predicts bone and lung metastasis and is associated wiyth poor prognosis in stage III breast tumors. CANCER BIOMARK, v. 11, p. 209-217, 2012.

 

Ferreira, Mariana B A ; Lima, João Paulo S N ; Cohen, Ezra E W . Novel targeted therapies in head and neck cancer. Expert Opinion on Investigational Drugs (Cessou em 1995), v. 21, p. 1-15, 2012.

 

dos Santos, L. V.; Sousa, F. H.; Brunetto, A. T.; Sasse, A. D.; Lima, J. P. . Neurokinin-1 receptor antagonists for chemotherapy-induced nausea and vomiting - a systematic review. Journal of the National Cancer Institute (Print), v. 105, p. 1-13, 2012.

 

dos Santos, L. V.; Lima, João Paulo SN ; Lima, C. S. P.; Sasse, E. C.; Sasse, A. D.. Is there a role for consolidative radiotherapy in the treatment of aggressive and localized Non-Hodgkin Lymphoma? A systematic review with meta-analysis. BMC Cancer (Online), v. 12, p. 288, 2012.

 

Paiva, C. E. . When the belief in a miracle is the last thread of hope. Palliative & Supportive Care (Print), p. 1-2, 2012.

 

Duarte, I. L.; da Silveira Nogueira Lima, João Paulo ; Lima, C. S. P.; Sasse, A. D.. Dose-dense chemotherapy versus conventional chemotherapy for early breast cancer: A systematic review with meta-analysis. Breast (Edinburgh), p. 1, 2012.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Lima JPN ; PAIVA, Bianca Sakamoto Ribeiro. Articles with short titles describing the results are cited more often. Clinics (USP. Impresso), v. 65, p. 1-5, 2012.

 

Lima, J. P. d. S. N. ; Sousa, F. H.; de Andrade, D. A. P.; Carvalheira, J. B. C.; dos Santos, L. V. Independent Radiologic Review in Metastatic Colorectal Cancer: Systematic Review and Meta-Analysis. Radiology, v. 263, p. 86-95, 2012.

 

Paiva, Carlos Eduardo ; RUGNO, FERNANDA CAPELLA ; PAIVA, BIANCA SAKAMOTO . The Barretos short instrument for assessment of quality of life (BSIqol): development and preliminary validation in a cohort of cancer patients undergoing antineoplastic treatment. Health and Quality of Life Outcomes, v. 10, p. 144, 2012.

 

Paiva, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro . Prevalence, predictors, and prognostic impact of fatigue among Brazilian outpatients with advanced cancers. Supportive Care in Cancer (Internet), v. 1, p. 1, 2012.

 

Paiva, Carlos Eduardo ; PAIVA, Bianca Sakamoto Ribeiro; Castro, Rafael Amaral ; Souza, Cristiano de Pádua ; Paiva Maia, Yara Cristina ; Ayres, Jairo Aparecido ; MICHELIN, Odair Carlito. A Pilot Study Addressing the Impact of Religious Practice on Quality of Life of Breast Cancer Patients During Chemotherapy. Journal of Religion and Health, p. online, 2011.

 

Paiva, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. Searching for a Simple Assessment Tool Capable of Estimating Quality of Life in Palliative Care Clinical Practice: Is a Feeling of Well-Being a Good Candidate Tool as a Single Item?. J PALLIAT MED, v. 14, p. 1281-1282, 2011.

 

Scherr, A. J. O.; Lima, Joao Paulo S. N. ;Sasse, E. C.; Lima, C. S. P.; Sasse, A. D. Adjuvant therapy for locally advanced renal cell cancer: A systematic review with meta-analysis. BMC Cancer (Online), v. 11, p. 115, 2011.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Yennurajalingam S . Association of feeling of well-being and other cancer-related symptoms in ambulatory advanced cancer patients according to primary tumor sites. Supportive Care in Cancer, v. 19, p. 159-159, 2011.

 

da Silveira Nogueira Lima, João Paulo ; Nakamura, R. A.; dos Santos, L. V. Japanese patients equally likely to benefit from aprepitant for chemotherapy-induced nausea and vomiting prevention. Cancer Science, v. 102, p. 1112-1112, 2011.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; BRITO, C. ; Nascimento, MSA ; Santos, R ; Scapulatempo, HHLRC ; Costa, Everaldo ; PAIVA, Bianca Sakamoto Ribeiro. Effectiveness of a palliative care outpatient programme in improving cancer-related symptoms among ambulatory Brazilian patients. European Journal of Cancer Care (English ed. Print), v. 1, p. 1-7, 2011.

 

de Andrade, D. A. P.; Lima, João Paulo ; Lima, Alan Duarte ; Sasse, A. D.; dos Santos, L. V. Bevacizumab in metastatic colorectal cancer and carcino-embryonic antigen kinetics. Anti-Cancer Drugs, v. 22, p. S15-S17, 2011.

 

VIANA, L. S. ; Tsunoda, A. T. ; Nunes, J. S. ; Fregnani, J. H. T. G. ; Vieira, M. A. ; Borges, A. K. N. ; Andrade, C. E. M. d. C. ; Serrano, S. V. . Preservation of Pregnancy in a Patient With Acute Abdominal Pain Secondary to Advanced and Hemorrhagic Yolk Sac Tumor of the Right Ovary. Journal of Clinical Oncology, v. 29, p. e758-e762, 2011.

 

Andrade e Silva, Ulysses Vasconcellos de ; Viana, Luciano de Souza ; Oliveira e Castro, Paulo de Tarso de ; Almeida, Rosana Ducatti Souza ; Silva, Richard Sedric Pires da ; VIANA, L. S. Sepse fatal após instilação intravesical de BCG: relato de caso. Revista Brasileira de Terapia Intensiva (Impresso), v. 23, p. 104-107, 2011.

 

dos Santos, L. V.; de Andrade, D. P. ; Lima, J. P. . FOLFIRINOX: A Great Leap Forward, but for Whom?. Journal of Clinical Oncology, v. 29, p. 1-115, 2011.

 

Lima, João Paulo S. N. ; dos Santos, L. V.; Sasse, E. C.; Lima, C. S. P.; Sasse, A. D. Camptothecins Compared with Etoposide in Combination with Platinum Analog in Extensive Stage Small Cell Lung Cancer. Journal of Thoracic Oncology, v. 5, p. 1986-1993, 2010.

 

Dos Santos, L. V. ; Dos Anjos Jácome, A. A. ; Cárcano, F. M. ; Da Silveira Nogueira Lima, J. P. ; SERRANO, S. V. . Watch and wait policy remains experimental for the management of rectal cancer. Colorectal Disease (Print), v. 12, p. 833-833, 2010.

 

 

 

Congressos Nacionais

 

CASTRO, R. A. ; PAIVA, C. E. ; SAAD-HOSSNE, R. ; MICHELIN, O. C. ; SOUZA, C. P. ; NUNES, J. ; FARIAS, J. R. . ANÁLISE DA SOBREVIDA GLOBAL (SG) E SOBREVIDA LIVRE DE DOENÇA(SLD) DE PACIENTES COM ADENOCARCINOMA DE RETO NÃO METASTÁTICOS (ACR) SUBMETIDOS À QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE (QADJ) APÓS QUIMIORRADIOTERAPIA NEOADJUVANTE (QRTN). In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado (RS). XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 417.

 

CASTRO, R. A. ; SAAD-HOSSNE, R. ; PAIVA, C. E. ; SOUZA, C. P. ; NUNES, J. ; FARIAS, J. R. . AVALIAÇÃO DA BIOPSIA PÓS QUIMIORRADIOTERAPIA NEOADJUVANTE EM PACIENTES COM ADENOCARCINOMA DE RETO NÃO METASTÁTICO. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado (RS). XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 422

 

CASTRO, R. A. ; SAAD-HOSSNE, R. ; PAIVA, C. E. ; PAES, N. S. ; LOURENCO, P. R. ; MICHELIN, O. C. ; SOUZA, C. P. ; NUNES, J. . INFLUÊNCIA DA DURAÇAO DO TRATAMENTO NEOADJUVANTE SOBRE A SOBREVIDA GLOBAL E SOBREVIDA LIVRE DE DOENÇA EM PACIENTES COM ADENOCARCINOMA DE RETO NÃO METASTÁTICO. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado (RS). XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 433.

 

NUNES, J. S. ; PAIVA, C. E. ; PEREIRA, C. A. D. ; LIMA, J. P. S. N. ; OLIVEIRA, L. N. ; SANTOS, F. T. ; XAVIER, E. B. ; SILVA, C. V. . TRASTUZUMABE ADJUVANTE (TADJ) NÃO APRESENTA CARDIOTOXICIDADE SIGNIFICATIVA NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA LOCALIZADO (CML): SÉRIE DE CASOS DO HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS (HCB). In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado (RS). XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 766.

 

LIMA, J. P. S. N. ; NUNES, J. S. ; PEREIRA, C. A. D. ; PAIVA, C. E. ; CARVALHO, R. S. ; SANTOS, L. V. . QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE PARA CÂNCER DE ENDOMÉTRIO DE ALTO RISCO SUBMETIDO A CIRURGIA ÓTIMA: REVISÃO SISTEMÁTICA E META-ANÁLISE. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado (RS). XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 807.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro; SCAPULATEMPO-NETO, C. ; Rogatto, S. R.; MARQUES, M. E. A. . A EXPRESSÃO DO TGF-ÂRII CONSEGUE PREDIZER A EVOLUÇÃO DAS PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA SUBMETIDAS AO TAMOXIFENO ADJUVANTE. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 733-733.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. A RELIGIOSIDADE ESTÁ ASSOCIADA COM DIMINUIÇÃO DA INFLAMAÇÃO EM PACIENTES COM CÂNCER AVANÇADO EM CUIDADOS PALIATIVOS EXCLUSIVOS. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 34-34.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. ANÁLISE DA CORRELAÇÃO ENTRE O ITEM SENSAÇÃO DE BEM ESTAR DA ESCALA DE EDMONTON (ESAS) E QUALIDADE DE VIDA AVALIADA PELO EORTC-QLQ-C30 EM PACIENTES COM CÂNCER AVANÇADO EM CUIDADOS PALIATIVOS. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 35-35.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; CROVADOR, C. ; BRITO, C. ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. AVALIAÇÃO DA RELIGIOSIDADE EM PACIENTES COM CÂNCER AVANÇADO (CA) EM SUA PRIMEIRA CONSULTA NO AMBULATÓRIO DE CUIDADOS PALIATIVOS. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 38-38.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro; SCAPULATEMPO-NETO, C. ; Rogatto, S. R.; MARQUES, M. E. A. . AVALIAÇÃO DAS PROTEINAS TGF-Â1 E TGF-ÂRII COMO PREDITORAS DE RESPOSTA EM CARCINOMAS MAMÁRIOS SUBMETIDOS À QUIMIOTERAPIA NEOADJUVANTE (QTNEO) BASEADA EM DOXORRUBICINA. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 743-743.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro; SCAPULATEMPO-NETO, C. ; Rogatto, S. R.; MARQUES, M. E. A. . IMPACTO PROGNÓSTICO DO TGF-Â1 E SEU RECEPTOR TGF-ÂRII EM CARCINOMAS MAMÁRIOS ESTADIOIII SUBMETIDOS À QUIMIOTERAPIA NEOADJUVANTE(QTNEO) BASEADA EM DOXORRUBICINA. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 753-753.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; BRITO, C. ; CROVADOR, C. ; GERAIGE, C. ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. PREDITORES DE PIOR QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES COM CÂNCER AVANÇADO. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado. XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011. v. 1. p. 65-65.

 

SILVA, F. C. A. ; VIANA, L. S. ; JACOME, A. A. A. ; MAIA, D. C. C. ; MATTOS, M. D. ; MAMERE, A. E. ; CARVALHO, A. L. . Eficácia e segurança do regime cisplatina e paclitaxel durante quimioterapia de indução para pacientes com câncer escamocelular de cabeça e pescoço localmente avançado candidatos à terapia combinada no Hospital do Câncer de Barretos.. In: XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2011, Gramado-RS. Revista Brasileira de Oncologia Clínica. São Paulo: AlamTec, 2011. v. 25. p. 43-43.

 

Carvalho, R. S.; CÁRCANO, F. M. ; Serrano, S. V.; Correia, N. C. Carcinoma Epidermóide e Sarcoma de bexiga: Características e Desfechos Clínicos de Tumores com Histologias Incomuns.. In: XVI Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2009, Fortaleza. Anais do XVI Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, 2009.

 

CÁRCANO, F. M. ; Correia, N. C.; RAFAEL, M. B. A. F. ; Serrano, S. V. Linfadenomegalia Inguinal Unilateral como Apresentação Inicial de Câncer de Próstata: Relato de Caso e Revisão da Literatura. In: XVIII Congresso Brasileiro de Cancerologia, 2009, Curitiba. Anais do XVIII Congresso Brasileiro de Cancerologia, 2009.

 

CÁRCANO, F. M. ; Silva, M. C.; Silva, F. C. A.; Correia, N. C.; Serrano, S. V.. Adenocarcinoma de Células Claras da Próstata: relato de caso e revisão da literatura de uma entidade rara. In: XVIII Congresso Brasileiro de Cancerologia, 2009, Curitiba. Anais do XVIII Congresso Brasileiro de Cancerologia, 2009.

 

TSUNODA, A. T. ; NUNES, J. S. ; VIEIRA, R. A. C. ; HAIKEL, R. L. ; RIBEIRO, G. H. F. P. ; KERR, L. M. . Resposta clínico-patológica à quimioterapia neoadjuvante utilizando a classificação WHO e RECIST. In: XIV Congresso Brasileiro de Mastologia, 2008, Fortaleza. Anais do XIV Congresso Brasileiro de Mastologia, 2007.

 

 

Congressos Internacionais

 

SCHMERLING, R. A. ; BARRIOS, C. ; NITA, M. ; STEFANI, S. ; NUNES, J. ; DZIK, C. ; BIASI, L. ; LIMA, L. ; JOHNSTON, K. ; FANTI, L. ; RAHAL, E. ; DONATO, B. M. K. . MELODY BRASIL: REAL WORLD HEALTH OUTCOMES OF THE TREATMENT OF METASTATIC MELANOMA IN PATIENTS IN THE BRAZILIAN HEALTH SYSTEM. In: ISPOR 15th Annual European Congress, 2012, Berlin. Value in Health, 2012. v. 15. p. A412.

 

STEFANI, S. ; NITA, M. ; NUNES, J. ; CAMPOS, E. ; SCHMERLING, R. A. ; BARRIOS, C. ; DZIK, C. ; ALVES, J. S. ; JOHNSTON, K. ; DONATO, B. M. K. . MELODY BRAZIL - RESOURCE USE AND ASSOCIATED COSTS WITH METASTATIC MELANOMA IN BRAZILIAN HEALTH CARE SYSTEM. In: ISPOR 15th Annual European Congress, 2012, Berlin. Value in Health, 2012. v. 15. p. A419-A420.

 

SCHMERLING, R. A. ; BARRIOS, C. ; NITA, M. ; STEFANI, S. ; CAMPOS, E. ; NUNES, J. ; BIASI, L. ; LIMA, L. ; DZIK, C. ; JOHNSTON, K. ; SANTINHO, C. S. ; DONATO, B. M. K. . MELODY BRAZIL - TREATMENTO PATTERNS IN BRAZILIAN HEALTH CARE SYSTEM. In: ISPOR 15th Annual European Congress, 2012, Berlin. Value in Health, 2012. v. 15. p. A438-A439.

 

YANG, Y. ; ELIAS, A. ; IANNONE, R. ; PEYLAN-RAMU, N. ; JUDSON, I. ; NUNES, J. ; LEE, S. ; YUN, T. ; PING, S. ; ZHEN, W. ; EBBINGHAUS, S. ; GESCHWINDT, R. . Ridaforolimus as maintenance therapy in advanced sarcoma patients following clinical benefit from prior chemotherapy: Pediatric data from the phase 3 sarcoma multi-center clinical evaluation of the efficacy of ridaforolimus (SUCCEED) trial. In: American Society of Pediatric Hematology/Oncology (ASPHO) 25th Annual Meeting, 2012, New Orleans. ASPHO Annual Meeting Abstract Database (online), 2012.

 

JACOME, A. A. A. ; WOHNRATH, D. R. ; SCAPULATEMPO NETO, C. ; CARNESECA, E. C. ; NUNES, J. S. ; VIANA. L. S. ; SERRANO, S. V. ; SANTOS, J. S. . Prognostic value of epidermal growth factor receptors (EGFR) on overall survival of gastric cancer patients.. In: 2012 American Society of Clinical Oncology (ASCO) Annual Meeting, 2012, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2012. v. 30.

 

KANG, Y. ; OHTSU, A. ; CUTSEM, E. V. ; ROMAN, L. ; NUNES, J. S. ; LI, C. ; OTERO, D. ; RIVERA, F. ; APRILE, G. ; ALVAREZ, P. R. P. ; MOEHLER, M. H. ; WU, J. ; LANGER, B. ; SHAH, M. A. . Survival analysis by pooling risk factors in AVAGAST: First-line capecitabine and cisplatin plus bevacizumab (bev) or placebo (pla) in patients (pts) with advanced gastric cancer (AGC).. In: 2011 American Society of Clinical Oncology (ASCO) Annual Meeting, 2011, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2011. v. 29.

 

PAIVA, Carlos Eduardo ; BRITO, C. ; Scapulatempo, HHLRC ; Santos, R ; Costa, Everaldo ; Nascimento, MSA ; Paiva, Bianca Sakamoto Ribeiro. Effectiveness of Palliative Care consultation team in improving cancer-related symptoms from Brazilian outpatients. In: International MASCC - MULTINATIONAL ASSOCIATION OF SUPPORTIVE CARE IN CANCER/ISOO SYMPOSIUM - SUPORTIVE CARE IN CANCER, 2011, ATHENS, GREECE. SUPPORTIVE CARE IN CANCER, 2011. v. 19. p. S137-S138.

 

JACOME, A. A. A. ; WOHNRATH, D. R. ; Scapulatempo Neto, C ; Fregnani, J.H.T.G ; VIANA, L. S. ; SANTOS, L. V. ; MAIA, D. C. C. ; Santos, J.S. . Impact of adjuvant chemoradiotherapy on overall survival of gastric cancer patients with D2 lymphadenectomy.. In: 2011 Gastrointestinal Cancers Symposium, 2011, San Francisco. 2011 Gastrointestinal Cancers Symposium, 2011.

 

CÁRCANO, F. M.; Dos Santos, L. V. ; Serrano, S. V.; da Silveira Nogueira Lima, J. P. Adjuvant and neoadjuvant chemotherapy in muscle-invasive bladder cancer: A systematic review and meta-analysis. In: 2011 ASCO Annual Meeting, 2011, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2011. v. 29.

 

dos Santos, L. V.; LIMA, J. P. S. N. ; Lima, C. S. P.; Sasse, E. P.; Sasse, A. D.. Consolidative radiotherapy in the treatment of aggressive and localized non-Hodgkin's lymphoma (NHL): A systematic review with meta-analysis. In: 2010 ASCO Annual Meeting, 2010, Chicago. 2010 ASCO Annual Meeting Proceedings. Stanford: High Wire Press, 2010. v. 28. p. e18507.

 

da Silveira Nogueira Lima, J. P.; Dos Santos, L. V.; Serrano, S. V.; Correia, N. C.; CÁRCANO, F. M. . Histological necrosis ratio (HNR) surrogacy for disease-free survival (DFS) in osteosarcoma patients treated with neoadjuvant chemotherapy. In: 2010 ASCO Annual Meeting, 2010, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2010. v. 28.

 

da Silveira Nogueira Lima, J. P; CÁRCANO, F. M. ; Sousa, F. H.; Dos Santos, L. V.. Blinded independent radiologic review (BIRR) versus investigator radiologic evaluation (IRE) for response assessment in metastatic colorectal cancer (mCRC): Systematic review and meta-analysis. In: 2011 ASCO Annual Meeting, 2011, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2011. v. 29.

 

TSUNODA, A. T. ; FREGNANI, J. H. T. G. ; NUNES, J. S. ; VIEIRA, R. A. C. ; MAUAD, E. ; BRENTANI, R. R. . Quality performance indicators for breast cancer stage and diagnosis in a Brazilian institutional mammographic screening program. In: 13th Biennial Meeting of the International Gynecologic Cancer Society (IGCS), 2010, Praga. International Journal of Gynecological Cancer, 2010.

 

CÁRCANO, F. M. ; Dos Santos, L. V.; Tariki, M. S.; Serrano, S. V.; Sasse, A. ; da Silveira Nogueira Lima, J. P.. Targeted therapy in firs-line therapy of metastatic renal cell cancer (mRCC): systematic review with meta-analysis (SRMA). 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

 

NUNES, J. S. ; SILVA, T. B. ; TSUNODA, A. T. ; FREGNANI, J. H. T. G. . Advanced Stages of Breast Cancer are associated to low scholarity level in patiens treated in a Brazilian cancer center. In: 13th Biennial Meeting of the International Gynecologic Cancer Society (IGCS), 2010, Praga. International Journal of Gynecological Cancer, 2010.

 

ANDRADE, D. A. P. ; CARCANO, F. M. ; TEIXEIRA, M. R. ; GOMES, J. C. ; SCHROETER, D. ; NUNES, J. S. ; SOUZA, F. H. . Prospective evaluation of factors associated with delayed chemotherapy-induced nausea and emesis (CINE) in patients (pts) with breast cancer (BC) receiving adjuvant anthracycline-based chemotherapy (ABCT).. In: 2010 American Society of Clinical Oncology (ASCO) Annual Meeting, 2010, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2010. v. 28.

 

FERREIRA, M. B. A. ; CORREIA, N. C. ; PERES, S. V. ; de Souza Viana, L . Analysis of overall survival among patients with metastatic colorectal cancer, with and without undergoing elective colectomy. In: 35th ESMO Congress, 2010, Milão. Abstract Book of the 35th ESMO Congress Milan, Italy 8 12 October 2010. New York: Oxford University Press, 2010. v. 21. p. viii205-viii205.

 

JACOME, A. A. A. ; SILVA, F. C. A. ; de Souza Viana, L ; SANTOS, L. V. ; MAMERE, A. E. ; MATTOS, M. D. ; CARVALHO, A. L. . Efficacy and safety of induction chemotherapy with cisplatin plus paclitaxel followed by chemoradiotherapy for locally advanced head and neck cancer. An interim analysis of safety and response rate. In: Abstract Book of the 35th ESMO Congress Milan, Italy 8 12 October 2010, 2010, Milão. EFFICACY AND SAFETY OF INDUCTION CHEMOTHERAPY WITH CISPLATIN PLUS PACLITAXEL FOLLOWED BY CHEMORADIOTHERAPY FOR LOCALLY ADVANCED HEAD AND NECK CANCER AN INTERIM ANALYSIS OF SAFETY AND RESPONSE RATE. New York: Oxford University Press, 2010. v. 21. p. vii318-vii318.

 

KONG, B. ; BIAKHOV, M. ; KELLEY, L. ; NUNES, J. ; LEBEDINSKY, C. ; PAREKH, T. V. ; VERMORKEN, J. B. . Influence of tumor control on tumor-related events (TRE) in relapsed ovarian cancer (ROC): Results from OVA-301, a randomized phase III study of trabectedin (Tr) with pegylated liposomal doxorubicin (PLD) versus PLD alone.. In: 2010 American Society of Clinical Oncology (ASCO) Annual Meeting, 2010, Chicago. Journal of Clinical Oncology, 2010. v. 28.

 

NUNES, J. S. ; TSUNODA, A. T. ; VIANA. L. S. ; SOUZA, F. H. ; CASTRO, N. ; HOHMANN, J. ; SERRANO, S. V. . Analysis of response to neoadjuvant chemotherapy (NCT) with doxorubicin plus cyclophosphamide followed by paclitaxel (AC- T) in triple negative locally advanced breast cancer (LABC) in Brazil.. In: 2008 ASCO Annual Meeting, 2008, Chicago-IL. Journal of Clinical Oncology, 2008. v. 26. p. 611s.

 

Dirix ; ROMIEU, G. ; PROVENCHER, L. ; GRIMES, D. ; de Souza Viana, L ; PATERSON, A. ; MAURIAC, L. ; KIRSCH, A. ; PERNAS, S. ; MILES, D.W. . Safety of bevacizumab plus docetaxel in patients with locally recurrent or metastatic breast cancer who developed brain metastases during the AVADO phase III study.. In: 31th Annual San Antonio Breast Cancer Symposium, 2008, San Antonio. 31th Annual San Antonio Breast Cancer Symposium, 2008.

 

VIANA. L. S. ; SOUZA, F. H. ; NUNES, J. S. ; CASTRO, N. ; HOHMANN, J. ; SERRANO, S. V. . Does the receptor expression pattern in ductal carcinoma in situ predict recurrence?. In: 2008 ASCO Annual Meeting, 2008, Chicago-IL. Journal of Clinical Oncology, 2008. v. 26. p. 764s.

Ambulatórios

Subespecialidades

            O Departamento de Oncologia Clínica encontra-se subdividido em especialidades secundárias e segue uma tendência mundial dos grandes centros de tratamento do câncer. O volume de informação sobre oncologia clínica é crescente, principalmente no que se refere aos ensaios clínicos (Clinical Trials) que definem o papel de novas drogas e abrem a esperança de novas armas de tratamento contra o câncer. Somente em 2012, mais de 8.000 publicações científicas com o termo “clinical trials” puderam ser encontradas no PubMed. Dessa forma, um grupo de Oncologistas Clínicos dedicados a atender um grupo específico de cânceres, aumenta a capacidade de atender o paciente com atualização médico-científica mais apropriada. A dinâmica de trabalho é baseada no atendimento em “workstation” multidisciplinar, onde Oncologistas Clínicos trabalham e atendem os pacientes no mesmo espaço físico em que o atendimento é feito por outras especialidades, como a Cirurgia e outros. Além disso, o consultório médico é usado estritamente para ouvir, examinar e orientar o paciente, ficando a “workstation” destinada aos registros médicos, análise de exames e discussão dos casos. Assim é assegurada a multidisciplinariedade e um fluxo de condutas médicas mais dinâmico. 

Existem atualmente seis subespecialidades no Departamento de Oncologia Clínica:

  • Grupo de Tumores da Mulher - atualmente é composto por cinco oncologistas clínicos dedicados a atender os casos de câncer de mama, da cérvix uterina, do corpo do útero, de ovário e câncer de vulva/vagina.
  • Grupo de Tumores Genitourinários - atualmente é composto por três oncologistas clínicos dedicados a atender os casos de câncer de próstata, bexiga, rim, testículo, pênis, tumores da Adrenal e Tumores de Origem Primária Desconhecida.
  • Grupo de Tumores do Aparelho Digestivo - atualmente é composto por quatro oncologistas clínicos dedicados a atender os casos de câncer coloretal, de esôfago, de estômago, de pâncreas e vias biliares, de canal anal, Tumores Neuroendócrinos e GIST.
  • Grupo de Tumores da Cabeça e Pescoço - atualmente é composto por dois oncologistas clínicos dedicados a atender os casos de câncer com origem primária na cabeça e pescoço.
  • Grupo de Tumores do Tórax - atualmente é composto por dois oncologistas clínicos dedicados a atender os casos de câncer de pulmão, pleura e mediastino.
  • Grupo de Tumores do Tecido Conjuntivo, Pele e Sistema Nervoso Central - atualmente é composto por um oncologista clínico dedicado a atender os casos de Sarcomas Ósseos, Sarcomas de Partes Moles, Melanoma e Gliomas.

Centro Infusional

            Este serviço atende à demanda do Departamento de Oncologia Clínica. É o espaço destinado à administração das drogas antineoplásicas prescritas pela equipe médica, assim como ratificação das orientações e cuidados especiais do paciente ambulatorial tratado. A área física destinada ao Centro Infusional ambulatorial é de 1510 m2. Ao todo, são seis salas com 60 poltronas reclináveis e 20 leitos para administração de quimioterapia ao paciente. Uma equipe de enfermagem treinada e especializada atende e supervisiona todos os casos, além de manter contato direto com a equipe médica e Farmácia de manipulação das drogas, zelando pela segurança do paciente e ao pronto-atendimento em casos de reações adversas ao tratamento.

Equipe Médica

 

Dr. Sérgio Vicente Serrano

Preceptoria

Vice-Diretor Clínico do Hospital de Câncer de Barretos

Grupo de Tumores do Tecido Conjuntivo, Pele e Sistema Nervoso Central

CV Lattes

 

Dr. João Soares Nunes

Preceptoria

Coordenador do Departamento de Oncologia Clínica

Grupo de Tumores da Mulher

CV Lattes

 

Dr. Luciano de Sousa Viana

Preceptoria

Gerente Médico da Unidade de Pesquisa Clínica

Grupo de Tumores da Cabeça e Pescoço e do Tórax

CV Lattes

 

Dr. Flavio Mavignier Cárcano

Preceptoria

Coordenador do Programa de Residência Médica em Cancerologia Clínica

Grupo de Tumores Genitourinários

CV Lattes

 

Dr. Cristiano de Pádua Sousa

Preceptoria

Vice-Coordenador do Programa de Residência Médica em Cancerologia Clínica

Grupo de Tumores da Mulher

CV Lattes

 

Dr. Carlos Eduardo Paiva

Preceptoria

Docente da Pós-Graduação em Oncologia do IEP

Grupo de Tumores da Mulher

CV Lattes

 

Dr. Caio Augusto Dantas Pereira

Preceptoria

Grupo de Tumores Genitourinários

CV Lattes

 

Dr. Luis Eduardo Zucca

Preceptoria

Grupo de Tumores Genitourinários

CV Lattes

 

Dra. Kathia Cristina Abdalla

Preceptoria

Grupo de Tumores do Aparelho Digestivo

CV Lattes

 

Dra. Arinilda Campos Bragagnoli

Preceptoria

Grupo de Tumores do Aparelho Digestivo

CV Lattes

 

Dra. Florinda Almeida Santos

Preceptoria

Grupo de Tumores do Aparelho Digestivo

CV Lattes

 

Dr. João Paulo da Silveira N. Lima

Preceptoria

Grupo de Tumores da Mulher

CV Lattes

 

Dr. Domício Carvalho Lacerda

Preceptoria

Grupo de Tumores da Mulher

CV Lattes

 

Dr. Gustavo Dix Junqueira Pinto

Preceptoria

Grupo de Tumores da Cabeça e Pescoço e do Tórax

CV Lattes

Modalidades de Tratamento

Quimioterapia Neoadjuvante

Alguns tipos de câncer que tinham como forma principal de tratamento a cirurgia, podem ser tratados primeiro com quimioterapia (modalidade neoadjuvante) antes de ser submetido ao procedimento cirurgico. Para muitos tipos de câncer, esta forma de tratar tem mudado os resultados clínicos de forma favorável e fornece informações importantes ao oncologista clínico sobre a biologia tumoral. Através desta estratégia, o médico pode inferir sobre a sensibilidade tumoral aos quimioterápicos e nortear as estratégias de tratamento futuro.  Além disso, em alguns casos o cirurgião poderá realizar um procedimento mais favorável após a redução do volume tumoral pelo efeito da quimioterapia. Especialmente o câncer de mama, o câncer de reto e o de bexiga tem tido bons resultados com esta modalidade de tratamento.

Quimioterapia Adjuvante

Enquanto na modalidade neoadjuvante a quimioterapia é realizada antes da cirurgia, com a modalidade adjuvante, esta é feita após o procedimento cirúrgico. O objetivo é eliminar a doença microscópica que porventura tenha permanecido apesar da melhor técnica cirúrgica possível. Assim, é posível reduzir a probabilidade do retorno da doença e aumentar as taxas de cura. Diversos tipos de câncer tem sido tratados desta forma após a comprovação do seu benefício em ensaios clínicos. Esta estratégia tem trazido melhores resultados clínicos em algumas formas de câncer de mama, cólon, testículo e gliomas de alto grau (câncer do sistema nervoso central). 

Quimioterapia Paliativa

Durante a história natural do câncer, uma vez que as estratégias de tratamento neoadjuvante/adjuvante somados à cirurgia e/ou radioterapia falham, é possível o desenvolvimento de metástases. A metástase é parte do tumor que havia se disseminado de forma microscópica pelo corpo e resistiu ao tratamento. Então, esta passa a crescer como um novo tumor distante do sítio do tumor primário. Apesar de alguns tipos de tumores com metástase serem curáveis, eles correspondem infelizmente à minoria. Portanto, a quimioterapia tem um papel paliativo no sentido de evitar o crescimento tumoral, diminuir o volume do tumor e consequentemente manter o paciente sem, ou com poucos sintomas, assegurando a sua qualidade de vida. 

Terapêutica Multimodal

O desenvolvimento de novas técnicas de cirurgia e radioterapia, somados ao melhor conhecimento da farmacologia dos quimioterápicos, tem diminuído a morbidade do tratamento e proporcionado o desenvolvimento das terapêuticas multimodais. Aqui é empregado uma combinação de formas de tratamento, muitas vezes associando a Radioterapia com a terapia antineoplásica sistêmica (quimioterapia ou terapia endócrina) antes ou após a cirurgia. Aqui, a combinação de tratamentos então pode estar em um contexto neoadjuvante, adjuvante e em alguns casos até paliativo. Neste cenário, potencializa-se o efeito lesivo ao tumor com para-efeitos aceitáveis. Em alguns casos específicos, a cirurgia pode se tornar prescindível devido à capacidade de cura da combinação de tratamentos. Os resultados clínicos tem sido melhores com uso desta técnica especialmente para o câncer de canal anal, vulva, reto, esôfago, pulmão, cabeça e pescoço e próstata.

Terapia Endócrina

Muitos tumores guardam as características do local de onde surgiram, como alguns tipos de câncer de mama, próstata e endométrio (útero). Como tal, também sofrem a influência do estímulo hormonal aos tecidos dos quais surgiram, promovendo o crescimento celular do câncer e seu avanço. Dessa forma, uma das estratégias de tratamento é manipular o equilíbrio hormonal do paciente e interromper o estímulo ao crescimento do câncer. Este tipo de tratamento tem mudado a história natural do câncer de mama e próstata e tem sido usada como várias modalidades de tratamento.

Terapia Alvo Oncológica ( Targeted therapy)

A terapia orientada molecularmente ao alvo é um tipo de medicação que bloqueia o crescimento de células cancerígenas, interferindo com as moléculas-alvo específicas, necessárias para o crescimento do tumor e carcinogênese. Este tipo de medicação não é propriamente dita uma modalidade de tratamento, mas uma forma de tratamento que tem sido usada principalmente no contexto paliativo e tem trazido avanços importantes no tratamento do câncer de mama, rim, pulmão, gastro-intestinais (GIST), pâncreas e outros. Além disso, a descoberta desta drogas tem colaborado com a compreensão dos mecanismos moleculares do desenvolvimento tumoral e isso tem aberto novas fronteiras de pesquisa.

Residência Médica

Programa de Residência Médica em Cancerologia Clínica

            O Hospital de Câncer de Barretos possui atualmente cinco vagas anuais credenciadas pelo MEC para o programa de Residência Médica em Cancerologia Clínica. O ingresso ao programa é conseguido através de prova aplicada pela Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de São Paulo, conforme edital. O programa funciona desde 2007 e já formou diversos Oncologistas Clínicos que hoje atuam em diversos estados da federação. A preceptoria trabalha no Hospital de Câncer de Barretos em regime de dedicação exclusiva e é composta por especialistas da área reconhecidos pelo MEC/AMB e/ou através do TECA (título de especialista em cancerologia). Além disso, mais de 50% da preceptoria é composta de pós-graduados e pós-graduandos nas modalidades de Mestrado ou Doutorado. É peculiaridade do programa a grande proximidade do Médico Residente e da Preceptoria nas suas atividades programáticas. Além disso, o Médico Residente terá a oportunidade de estar em contato com os diversos tipos de câncer de forma homogênea, já que terá preceptores dedicados a cada especialidade secundária em espaço físico conjunto em tempo integral (workstations). Faz parte do conteúdo programático, a atuação no Grupo de Tumores da Mulher, Grupo de Tumores Genitourinários, Grupo de Tumores do Aparelho Digestivo, Grupo de Tumores da Cabeça e Pescoço, Grupo de Tumores do Tórax, Grupo de Tumores do Tecido Conjuntivo, Pele e Sistema Nervoso Central e na Unidade de Pesquisa Clínica.  A distribuição das atividades em cada um dos três anos de formação segue a Resolução CNRM No 01, de 31 de julho de 2007.

            Ciente da má distribuição de especialistas médicos no território nacional, o Hospital de Câncer de Barretos tem buscado a descentralização e expansão do atendimento e hoje conta com duas Unidades extras ( Unidade Jales-SP e Unidade Porto Velho - RO). O residente terá a oportunidade de estabelecer rodízio programático opcional nestas unidades e, com isso, poder adquirir experiência na abordagem do paciente oncológico, frente a diferentes aspectos culturais e sócio-econômicos. Adicionalmente, poderá estabelecer perspectivas de emprego, quando egressos do programa, em áreas de maior demanda para a especialidade.

            Desde junho de 2011, o Hospital da Câncer de Barretos firmou acordo com “The University of Texas MD Anderson Cancer Center” e passou a integrar a rede de instituições irmãs deste renomado centro americano de tratamento contra o câncer. Dessa forma, o residente terá também a oportunidade de estabelecer rodízio programático opcional neste centro, o que poderá contribuir de maneira diferenciada em sua formação profissional.

História da Oncologia Clínica 

A Residência Médica é o método mais tradicional de formação especializada do médico. A Universidade Americana John’s Hopkins foi quem instituiu um modelo de ensino médico de graduação, baseado nas ciências básicas e na medicina hospitalar, na instrução clínica e na pesquisa científica, que iria influenciar todas as escolas daquele país e posteriormente do mundo. Ali fora usado pela primeira vez o termo “Residência”, para designar um treinamento especializado avançado, seguindo o período de internato. Nesse período de treinamento, os estudantes assumiriam responsabilidades progressivas no cuidado dos pacientes, mas continuariam sob supervisão de staffs do hospital e da faculdade (preceptores). Isso permitiria a progressiva autonomia do médico no cuidado à saúde.

            Em 1889, no Departamento de Cirurgia da Universidade John’s Hopkins, William Halsted criou o primeiro programa regular de residência médica, embora já existisse previamente um tipo de treinamento semelhante tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. O programa criado por Halsted era baseado na responsabilidade progressiva do médico recém graduado nos cuidados com os pacientes, representando um marco histórico na especialização médica em geral. Em 1890, William Osler, médico de Halsted, implantara também sistema semelhante para a Clínica Médica da mesma Universidade John’s Hopkins. Ao perceber a melhoria técnica do médico após o treinamento, houve uma difusão do sistema pelo território americano e um crescimento do interesse de hospitais bem qualificados pelos ex-residentes, para assumirem papel no seu quadro clínico, em postos de chefia e de ensino.

            No Brasil, houve a implantação dos programas de residência quase simultaneamente no Rio de Janeiro e em São Paulo. O primeiro programa oficial de residência médica aconteceu no Departamento de Ortopedia da Universidade de São Paulo (USP), em 1944, seguido por um programa de residência no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, em 1948. Durante a década de 70, os médicos residentes tinham preocupação com a necessidade de regulamentação da residência e iniciaram uma intensa luta política pelo aprimoramento da residência médica. Essa luta reafirmava a sua função primordial de treinamento em serviço, com sua característica peculiar de ser, ao mesmo tempo, uma modalidade de trabalho e de formação. Num momento político extremamente autoritário, foi criada então a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) no antigo Ministério da Educação e Cultura (MEC) em 1977. Essa comissão passou a regulamentar a residência, como uma questão social e de trabalho, não apenas de ensino.

            Atualmente, a Lei 6.932 de 7 de julho de 1981, dispõe sobre as atividades do médico residente, e dá outras providências. O primeiro artigo define que a Residência Médica constitui modalidade de ensino de pós-graduação, destinada a médicos, sob a forma de cursos de especialização, caracterizada por treinamento em serviço, funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde, universitárias ou não, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional. Outras Leis foram subsequentemente criadas, assim como Resoluções, que também regulamentam a residência médica no Brasil.

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Bibliografia: Botti, Sérgio Henrique de Oliveira. O Papel do Preceptor na Formação de Médicos Residentes: um estudo de residências em especialidades clínicas de um hospital de ensino. / Sérgio Henrique de Oliveira Botti. Rio de Janeiro : s.n., 2009. v, 104 f., graf. Orientador: Rego, Sergio Tavares de Almeida. Tese (Doutorado) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro, 2009

 

Oncologia Clínica

A oncologia clínica ou cancerologia clínica é a especialidade mais nova dentre as especialidades de tratamento com paciente oncológico. A mais conhecida ferramenta do oncologista clínico é a quimioterapia. Entretanto, o arsenal terapêutico do oncologista clínico é cada vez mais ampliado com o desenvolvimento de outros tipos de drogas, como as alvo-direcionadas, terapias endócrinas e imunoterapias.

O termo “quimioterapia” foi cunhado por Paul Ehrlich no ínício do século XX, quando propôs que uma substância apropriada; chamada por ele de “bala mágica”; seria capaz de eliminar o organismo causador da doença sem afetar o hospedeiro. 

O uso de substâncias químicas para tratamento do câncer surgiu de um fato curioso. Durante as duas grandes Guerras Mundiais, observou-se que o gás mostarda; usado como arma química; era capaz de levar à redução dos glóbulos brancos sanguíneos dos expostos a ele. Então, surgiu a idéia que esta substância pudesse ser capaz de inibir o crescimento das células cancerígenas. A substância passou a ser usada na década de 1940 em pacientes com Linfoma (câncer do sistema linfático) e mostrou efeitos surpreendentes. Na mesma década, Sidney Farber observou que o Ácido Fólico (uma tipo de vitamina) era capaz de estimular o crescimento de células da Leucemia (câncer dos glóbulos brancos do sangue). Então, passou-se a desenvolver substâncias similares ao Ácido Fólico, mas com a capacidade contrária, a de inibir o crescimento da Leucemia. Estas substâncias eram direcionadas a atrapalhar as vias do metabolismo das células cancerígenas e consequentemente matá-las. Desde então, surge a prática da quimioterapia contra o câncer. 

A cirurgia é o mais antigo procedimento empregado para o tratamento do câncer seguido do uso da radiação. Entretanto, o desenvolvimento de combinações de quimioterápicos na década de 60, mostrou que pacientes com alguns tipos de cânceres como a leucemia e linfoma, ainda que em estágio avançado, poderiam ser curados. Desde então, a quimioterapia tem o seu valor indispensável no manejo da maioria dos cânceres e vem consolidando a necessidade de protocolos multimodais para o melhor resultado. Hoje a quimioterapia e outras formas de terapias sistêmicas contra o câncer são utilizadas pelo oncologista clínico, tanto na doença avançada como em tratamentos antes e/ou após a cirurgia. Além disso, a quimioterapia pode ser utilizada em combinação com a radioterapia.

Atualmente, com o desenvolvimento tecnológico e de pesquisa básica e clínica, novas drogas tem sido desenvolvidas e dezenas delas já estão disponíveis para tratamento. A busca pelo alvo ideal continuou desde a década de 40, mas agora a direção é para as vias de sinalização da célula cancerígena que leva o estímulo para o seu crescimento e disseminação. Muitas destas drogas já estão disponíveis e deram a oportunidade ao oncologista clínico de usá-las em tipos de cânceres onde não havia muitas opções eficazes de tratamento como o câncer de rim, tumores do estroma gastro-intestinal (GIST) e outros. Além disso, muitas outras drogas capazes de alterar o equilíbrio hormonal tem trazido bons resultados no tratamento do câncer de mama e próstata.

O Departamento de Oncologia Clínica é composto atualmente por 14 médicos especializados, divididos em especialidades secundárias, e está presente no tratamento do paciente com câncer em todas as suas fases. 

Pesquisa Clínica

            O desenvolvimento de novas drogas passa por diversas etapas e o tempo entre a descoberta de um princípio ativo e o lançamento de uma nova droga no mercado pode levar alguns anos. Quando falamos de câncer, esforços tem sido realizados para encurtar este tempo, entretanto é preciso critérios rigorosos para garantir que um novo antineoplásico realmente possa beneficiar o paciente com câncer. Após os testes em Laboratório, conhecidos como ensaios pré-clínicos, segue-se as próximas etapas dos Ensaios Clínicos (clinical trials) com os pacientes. Neste momento, é fundamental garantir a segurança dos pacientes participantes, mas também a consistência dos resultados. Uma normatização internacional para harmonizar as boas práticas clínicas (ICH-GCP) foi criada e é seguida por todos os envolvidos no desenvolvimento dos Ensaios Clínicos. Após comprovada a eficácia da medicação, esta nova droga passa ainda pela avaliação de agências reguladoras governamentais; como a ANVISA no Brasil e FDA nos Estados Unidos; que vão certificar a segurança das mesmas e autorizar o seu uso e comercialização.

            As grandes industrias farmacêuticas tem sido as principais patrocinadoras deste processo e a busca pela consistência dos resultados tem levado ao desenvolvimento de estudos chamados multicêntricos. Cada centro de tratamento do câncer no mesmo país ou em vários países segue o mesmo protocolo para tratar os seus pacientes. Ao final do estudo os dados são analisados conjuntamente. A participação do Brasil nestes estudos multicêntricos tem crescido nos últimos anos e o Hospital de Câncer de Barretos é uma referência nacional nesta área. O Hospital possui uma Unidade de Pesquisa Clínica dedicada para todas as etapas que envolvem os Ensaios Clínicos e possui profissionais treinados para assegurar a qualidade de todo o processo.

            Os Ensaios Clínicos são executados em quatro fases e o Oncologista Clínico tem papel fundamental nas três primeiras fases. O Oncologista Clínico exerce a função de investigador principal ou subinvestigador do centro e o primeiro delega as responsabilidades necessárias a todos aqueles que participam fundamentalmente do protocolo a ser seguido. Assim, o trabalho conjunto entre o Oncologista Clínico e os membro da equipe de pesquisa só é possível com uma Unidade de Pesquisa Clínica qualificada e todos são de fundamental importância para o cumprimento do protocolo. Os Ensaios Clínicos de Fase I buscam mostrar como o benefício clínico ocorre. Os Ensaios Clínicos de Fase II buscam mostrar com quanto se alcança o melhor benefício clínico. Já os Ensaios Clínicos de Fase III, buscam mostrar se a nova medicação é melhor do que convencionalmente já se faz.

            O Departamento de Oncologia Clínica do Hospital de Câncer de Barretos conduz atualmente a maior parte dos protocolos patrocinados da Unidade de Pesquisa Clínica. Isso proporciona novas opções terapêuticas aos pacientes e posiciona cada vez mais o nosso centro como expoente nacional em Pesquisa Clínica Oncológica.

Ensaios Clínicos com Condução do Departamento de Oncologia Clínica

 

  • Câncer de Mama
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01160211)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01077154)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00391092)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00099437)
  5. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00274469)
  6. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00333775)
  7. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00237133)
  8. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00062751)

 

  • Câncer de Próstata
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01234311)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01576029)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01193244)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01193257)
  5. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00744497)
  6. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00699751)
  7. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00519285)
  8. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00321620)
  9. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00286091)

 

  • Melanoma
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00495066)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00094653)

 

  •  Câncer de Estômago
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01285557)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01450696)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00917384)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00548548)
  5. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01041404)

 

  •  Câncer de Pâncreas
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01124786)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00417209)

 

  •  Sarcomas de Partes Moles
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01168791)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01327885)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00538239)

 

  •  Câncer de Cabeça e Pescoço
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01345669)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01345682)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00412776)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00371566)

 

  •  Câncer de Rim
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01491672)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01235962)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00631371)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00678392)

 

  • Câncer de Ovário
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT01137071)
  2. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00849667)
  3. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00350948)
  4. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00113607)

 

  • Câncer de Útero
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00883116)

 

  • Câncer de Bexiga
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00625664)
  • GIST
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00751036)

 

  • Câncer de Fígado
  1. Em www.clinicaltrials.gov (NCT00858871)