1D0-610 NS0-153 NS0-154 050-V37-ENVCSE01 50-653 350-001 NS0-330 1Z1-853 A2010-656 FN0-202 E20-670 000-094 A2040-922 006-002 E22-192 920-181 3X0-203 070-467 MB3-207 650-179 000-M12 000-784 ISEBSWTINT_001 HH0-440 000-446 1Z0-231 83-640 M2040-723 ml0-320 A2180-175 9A0-125 000-959 000-717 000-011 650-180 000-636 HP2-B82 156-110 P6040-015 1Z1-060 000-129 1Z1-884 000-330 HH0-050 50-707 JN0-730 00M-246 LOT-710 HP2-E45 HC-623-CHS 1Y0-A09 SC0-411 HP3-C32 HP5-H01D 3M0-600 00M-664 000-118 E22-201 HP0-390 HP2-H19 JN0-321 LOT-920 MB7-842 200-047 50-703 Câncer de Últero - Hospital de Câncer de Barretos
Entrar


Mitos e Verdades sobre Câncer de Útero

Confira as perguntas mais frequentes feitas por pacientes:

Pergunta: Se a mulher tiver sangramento vaginal após a menopausa, não precisa fazer diagnóstico antes de operar. Pode “economizar” uma anestesia, e partir para retirar o útero mesmo, uma vez que não vai “precisar do útero” para gravidez.
 
MITO: Se não for feita a cirurgia de diagnóstico, como a curetagem uterina (raspagem do endométrio, a parte interna do útero), existe o risco de fazer a cirurgia de retirada do útero de maneira incompleta ou não adequada, por não saber da causa certa do sangramento. Neste caso o tratamento mostraria-se ineficaz, pois a mulher tem que complementar o tratamento com outra cirurgia maior ou até mesmo receber radioterapia. Como a cirurgia para câncer é muito diferente da feita para doenças benignas (como os miomas), é fundamental ter o diagnóstico da doença antes de fazer uma cirurgia do útero.
 
Pergunta: Se a mulher tiver retirado o corpo do útero, fica bem mais fácil fazer a retirada do colo do útero depois?
 
MITO: A cirurgia para retirada do colo do útero é muito mais difícil de ser realizada do que a retirada do corpo com o colo juntos. Imagine que, na ausência do corpo do útero, a bexiga que se encontra na frente e o reto que se encontra atrás colam um no outro, tornando muito mais freqüentes os acidentes com perfurações durante a cirurgia. Esse risco aumenta muito mais se houver resíduos de tumor no colo. Portanto, ao realizar a cirurgia de retirada do útero no câncer de endométrio, é fundamental que se retire o colo do útero no mesmo procedimento, tudo junto, com margens de segurança.
 
Pergunta: A obesidade aumenta a chance de ter câncer de útero?
 
Verdade: De fato, as mulheres obesas produzem mais hormônios que estimulam o endométrio, a camada interna do útero, favorecendo a formação do câncer do útero. Portanto, é muito importante manter o peso adequado e ter uma dieta balanceada.
 
Pergunta: Depois que se retira o útero, nunca mais a vida sexual fica satisfatória?
 
Mito: Grande mentira. Diversas mulheres que se trataram de câncer e realizaram a retirada do útero mantêm uma vida conjugal de boa qualidade. Tudo depende das orientações para reduzir o medo, do diálogo com o médico, da afinidade com o parceiro e do tratamento adequado. A mulher que vence o câncer pode sim se sentir mais plena e satisfeita, inclusive quanto à sua vida sexual.
 
Pergunta: Se estou na menopausa e voltar a ter sangramento vaginal, tenho que procurar o médico para investigar e tratar a causa?
 
Verdade: Exato. A mulher não deve ter sangramento pela vagina após a menopausa, nem após as relações sexuais. Se isso acontece, ela deve procurar seu médico para realizar seu exame ginecológico e investigar possíveis causas do sangramento.

Saiba mais:

O que é Câncer de Útero?
 
Prevenção e Fatores de Risco do Câncer de Útero
 
Detecção do Câncer de Útero
 
Tratamento do Câncer de Útero
 
Câncer de Útero : Sexualidade e Gravidez

Tratamento do Câncer de Útero

Tratamento do câncer de útero

O tratamento do câncer de útero depende do estágio no qual se encontra a doença no momento do diagnóstico. Nos casos iniciais, deve ser realizada a retirada de todo o útero: incluindo o colo, o corpo, as trompas e os dois ovários. Devido alguns fatores de risco relacionados ao câncer de útero que podem aumentar a chance da doença voltar no futuro, deve ser feita a retirada das ínguas do ventre (linfonodos da pelve) e das ínguas do abdômen (linfonodos para-aórticos), bem como biópsias outras e retirada do omento maior: um avental de gordura que se prende ao cólon transverso (parte do intestino grosso). Essa cirurgia pode ser feita pela via convencional, laparotômica, onde se faz um corte na parte inferior do abdômen, com extensão até dois dedos acima do umbigo.
 
Em alguns casos, é possível realizar a cirurgia pela via laparoscópica, onde se utiliza pinças compridas através de 4 ou 5 pequenos cortes na barriga. Neste caso, os órgãos dentro do abdômen são filmados por uma microcâmera de vídeo de alta definição, com transmissão para um monitor. Em ambos os casos, a cirurgia realizada por dentro é igual, diferenciando-se apenas no tamanho da cicatriz. A mulher com diagnóstico de câncer de útero deve conversar com seu médico sobre a indicação de cirurgia para seu caso, inclusive da possibilidade de cirurgia menos invasiva, como a videolaparoscópica.
 
Quais são os estágios do câncer de útero?

O câncer de útero é classificado em estágios na dependência da situação do tumor no momento do diagnóstico.
 
Estágio I - Quando o câncer de útero está restrito ao útero
 
Estágio II  - Quando o tumor compromete o colo do útero.
 
Estágio III -  Se houver acometimento de trompas e ovários, ou ínguas (linfonodos).
 
Estágio IV - Se o tumor estiver atingindo o reto, a bexiga ou outros órgãos, é estágio IV.
 
 
Quais as medidas adequadas para ter uma vida saudável após e durante o tratamento de câncer de útero?
 
Manter bons hábitos de vida é importante para facilitar o tratamento de qualquer tipo de câncer. No caso do câncer de útero, é fundamental manter uma dieta balanceada (incluindo legumes, frutas, carnes magras e evitando-se gorduras e doces). Se houver sangramento tipo menstrual de volume maior, a mulher deve evitar realizar esforços físicos intensos, incluindo levantar pesos e manter relações sexuais.
Após o tratamento, manter o peso adequado, incluindo exercícios físicos regulares, cuidar da diabete e da pressão alta. A dieta balanceada, com pouca fritura, gordura e açúcar ajuda muito a controlar o peso.

Saiba mais:

O que é Câncer de Útero?
 
Prevenção e Fatores de Risco do Câncer de Útero
 
Detecção do Câncer de Útero
 
Tratamento do Câncer de Útero
 
Câncer de Útero : Sexualidade e Gravidez

Câncer de Útero : Sexualidade e Gravidez

01 - Câncer de útero e a gravidez
 
Como o câncer de útero acontece nas mulheres de mais idade, principalmente depois da menopausa, é muito raro acontecer gravidez no mesmo tempo do diagnóstico de câncer. Entretanto, caso o câncer de útero acometa uma mulher jovem, que tenha desejo de ter uma gravidez no futuro, podem existir algumas formas de tratamento que preservam o útero, na dependência do estágio em que se encontra a doença no momento do diagnóstico. Neste caso, a mulher deve conversar com seu médico sobre os riscos e sobre a possibilidade de preservar o útero.
 
02 - Câncer de útero e a sexualidade
 
Após o tratamento com cirurgia, raramente acontecem modificações importantes que possam modificar a vida sexual. Entretanto, diversos fatores, principalmente relacionados ao medo de voltar a ter sangramento, podem dificultar a volta às relações. É importante manter um diálogo aberto e franco com o parceiro e com o médico responsável pelo caso. As dúvidas devem ser resolvidas através de informações e tratamentos que podem melhorar a qualidade da vida sexual após o tratamento.
 
Quando é necessária a adição de radioterapia após a cirurgia, os sintomas ginecológicos relacionados à sexualidade podem aumentar. Pode ocorrer uma sensação de ressecamento vaginal, bem como desconforto e dor nas relações. Além disso, é comum a vagina ficar mais estreita e curta após o tratamento. Se as seqüelas tenham tiverem uma grande influência na sua vida sexual, a mulher deve buscar orientação de tratamentos preventivos com o médico que fez a cirurgia e o radioterapeuta.

Saiba mais:

O que é Câncer de Útero?
 
Prevenção e Fatores de Risco do Câncer de Útero
 
Detecção do Câncer de Útero
 
Tratamento do Câncer de Útero
 
Câncer de Útero : Sexualidade e Gravidez

Detecção do Câncer de Útero

Como ocorre o diagnóstico do câncer de útero?

Existem duas maneiras de se realizar o diagnóstico do câncer de colo de útero:
 
Curetagem uterina: Esse tipo de diagnóstico é feito a partir da curetagem uterina ou da. A curetagem uterina é uma pequena cirurgia feita pela vagina, com anestesia geral (para dormir e não sentir a cólica causada pelo procedimento), onde se faz a raspagem da parte mais interna do útero, chamada endométrio. Todo o material recolhido é enviado para laboratório para diagnóstico.
 
Histeroscopia com biópsia: A histeroscopia também é feita com anestesia geral, mas no lugar de raspar todo o endométrio, passa-se uma pequena câmera de menos de 5mm de diâmetro dentro do útero através da vagina. Assim, é possível localizar o lugar onde pode ser encontrado áreas com câncer de útero, que são biopsiadas. Em ambos os procedimentos, não há incisões/cortes no abdômen. Os dois métodos são feitos por baixo, através de exame ginecológico e todo o material é mandado para análise, para a obter-se um diagnóstico adequado. A anestesia serve para reduzir o desconforto e tornando o procedimento rápido.

Testes e exames do câncer de útero
 
O exame que auxilia na investigação de câncer de útero é o ultrassom transvaginal. Nele é possível avaliar se há suspeita da doença e qual o volume do útero, para se planejar a cirurgia. Quando há suspeita que o câncer de útero pode ter afetado para outros órgãos (metástase) , como, por exemplo, as ínguas, a bexiga ou o intestino, pode ser adequado realizar o exame de ressonância magnética. Outros exames podem ajudar na classificação do estágio da doença, tais como radiografia de tórax, ultrassom do abdome total e exame de CA-125 do sangue.

Saiba mais:

O que é Câncer de Útero?
 
Prevenção e Fatores de Risco do Câncer de Útero
 
Detecção do Câncer de Útero
 
Tratamento do Câncer de Útero
 
Câncer de Útero : Sexualidade e Gravidez